Funeral de Elizabeth II reúne centenas de personalidades mundiais em Londres

Londres, 19 set (EFE).- O funeral da rainha Elizabeth II reuniu esta segunda-feira em Londres centenas de chefes de Estado e dignitários de todo o mundo.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o rei e a rainha da Espanha, Felipe VI e Letizia, participaram do funeral na Abadia de Westminster, em Londres.
O caixão com os restos mortais de Elizabeth II percorreu o centro de Londres e depois se dirigiu para a Capela de St George, nas proximidades do Castelo de Windsor, onde cerca de 800 convidados vão participar de uma cerimônia religiosa oficiada pelo deão de Windsor, David Coney.

Caixão da rainha Elizabeth II.EFE/Robert Weideman/British Ministry of Defence/MOD/Crown

Um percurso pelo centro de Londres

O percurso da procissão incluiu ruas do centro da capital britânica. O rei Charles III, o príncipe William de Gales e outros membros da família real acompanharam o trajeto a pé.

Mais de 3 mil militares de vários corpos e regimentos marcharam na procissão fúnebre após o solene funeral de Estado na Abadia de Westminster, diante de centenas de personalidades mundiais.
Ao final do serviço, o caixão será levado para a cripta real da capela, onde também serão enterrados os restos mortais do príncipe Philip, marido da rainha, que morreu em 2021 aos 99 anos.
Às 19h30 (15h30 de Brasília), Elizabeth II será enterrada em uma cerimônia privada que contará com a presença de membros da família real. Uma placa de mármore em seu túmulo terá a inscrição: “Elizabeth II 1926-2022”.

El presidente de Estados Unidos, Joe Biden, llega para presentar sus respetos a la reina Isabel II en el Westminster Hall de Londres este 18 de septiembre. EFE/EPA/OLIVIER HOSLET

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse neste domingo em Londres que a rainha Elizabeth II, que morreu aos 96 anos, o fazia se lembrar da própria mãe e opinou que “todos devemos algo a ela”.

Questionado sobre seu relacionamento com Elizabeth II no prédio governamental de Lancaster House, o presidente dos EUA observou que a soberana “tinha aquele olhar como se estivesse lhe dizendo: ‘Você está bem? Posso fazer algo por você? O que você precisa?’ E também de lhe dizer ‘certifique-se de fazer o que você tem que fazer'”.
O governante americano acrescentou ainda que a monarca “transmitia, sobretudo, a noção de serviço” e considerou que “todos devemos algo a ela”.


O presidente dos EUA e sua esposa, Jill, chegaram no sábado à capital britânica, onde participarão amanhã do funeral de Estado na Abadia de Westminster.

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