Caracas (EFE).- Movimentos sociais da Venezuela realizaram nesta quarta-feira em Caracas um ato de solidariedade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após os protestos do último domingo, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram o Palácio do Planalto e as sedes do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília.
Dezenas de cidadãos, com bandeiras da Venezuela e do Brasil, se reuniram na Praça Bolívar, em Caracas, para condenar o ataque às sedes dos três poderes da República e reiterar seu apoio a Lula.
Liderados por integrantes do Instituto Simón Bolívar pela Paz e Solidariedade entre os Povos, os participantes gritaram palavras de ordem como «A direita não vai voltar» e «O Brasil não está sozinho».
O grupo rechaçou “categoricamente as intenções desestabilizadoras da paz e da democracia por parte dos bolsonaristas fascistas», segundo mensagem do instituto publicada no Twitter.
Mais cedo, os representantes dos 34 países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) e seu secretário-geral, Luis Almagro, condenaram por unanimidade as ações «fascistas» no Brasil.
Em reunião extraordinária do Conselho Permanente da OEA em Washington, Almagro qualificou como «fascistas» e «golpistas» os atos promovidos por milhares de apoiadores de Bolsonaro. EFE








