Barcelona (EFE).- O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, defendeu nesta sexta-feira a posição que Espanha e Brasil estão adotando frente a outras políticas autoritárias, sem citar explicitamente os Estados Unidos, e ressaltou que «enquanto outros abrem feridas, nós queremos fechá-las».
Sánchez destacou as políticas de Espanha e Brasil diante de questões como os conflitos armados, a pobreza ou a desigualdade no início da entrevista coletiva que concedeu ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao término da primeira cúpula bilateral entre os dois países, realizada hoje na cidade de Barcelona.
Para o chefe do Executivo espanhol, os governos dos dois países estão redobrando esforços para trabalhar pela paz.
«Enquanto outros abrem feridas, nós queremos curá-las, fechá-las, reduzir a desigualdade e dar resposta aos grandes desafios da humanidade, como a emergência climática», acrescentou.
Sánchez afirmou ainda que defender a paz não significa apenas a ausência de guerra, mas que é uma condição que torna tudo o mais possível, e que a paz e seus valores estão sendo atacados pela onda reacionária e de autoritarismo que ameaça a força das instituições. EFE








