Washington (EFE).- O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, viajará no domingo ao Egito, Israel e Cisjordânia para discutir «prioridades globais e regionais», como a invasão russa à Ucrânia, Irã e o conflito israelense-palestino.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, o Departamento de Estado disse que a viagem ocorrerá de domingo a terça-feira da semana que vem e que Blinken visitará primeiro o Egito, onde se encontrará com o presidente, Abdelfattah El-Sisi; o ministro das Relações Exteriores, Sameh Shoukry, e outros funcionários para avançar a parceria estratégica com o país na promoção da paz e segurança na região.
Entre outras questões, será discutido o «apoio compartilhado» às eleições na Líbia e ao processo político em curso liderado pelo Sudão.
Prioridade para a segurança de Israel
Posteriormente, o secretário viajará para Jerusalém e Ramallah na próxima segunda e terça-feira. Em Israel, Blinken se reunirá com o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, o chanceler, Eli Cohen, e outras autoridades para debater o «apoio duradouro» dos Estados Unidos à segurança de Israel, «particularmente contra as ameaças do Irã».
«O secretário discutirá também o aprofundamento da integração de Israel na região, as relações israelenses-palestinas e a importância de uma solução de dois Estados», segundo o comunicado.
Na Cisjordânia, o secretário se reunirá com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e outras autoridades para discutir as relações israelenses-palestinas e a importância de uma solução de dois Estados, reformas políticas e um maior reforço das relações dos EUA com os palestinos.

«Tanto com os líderes israelenses como palestinos, o secretário ressaltará a necessidade urgente de as partes tomarem medidas para reduzir as tensões, a fim de dar fim ao ciclo de violência que ceifou muitas vidas inocentes», acrescenta.
«O secretário se envolverá com a sociedade civil durante toda a viagem para sublinhar o nosso compromisso com os direitos humanos, o apoio à sociedade civil e a importância duradoura dos laços interpessoais», conclui a declaração.










