Nova York (EFE).- O ex-jogador de basquete Michael Jordan, uma das lendas vivas do esporte nos Estados Unidos, negou nesta terça-feira que tenha pedido votos para o candidato republicano Donald Trump e que seja o autor de uma publicação que lhe foi falsamente atribuída a este respeito.
No domingo, uma postagem escrita por um perfil que se identificou com um pseudônimo afirmava que Jordan, de 61 anos e conhecido por sua aversão a envolver-se com política e debates públicos, foi “o último a mostrar seu apoio a Donald Trump como presidente”.
A postagem logo se tornou viral no X e depois em outras redes sociais.
Jordan esperou um dia para enviar uma declaração ao jornal britânico “The Independent” e negá-la categoricamente através dos seus representantes: “Não há a menor verdade na declaração de que Michael Jordan deu seu apoio nas eleições presidenciais”.
Não é a primeira vez que tentam arrastar Jordan para a arena política. Em 1990, um candidato democrata ao Senado da Carolina do Norte (de onde Jordan é natural), chamado Harvey Grant, tentou angariar seu apoio, ao que Jordan respondeu: «Os republicanos também compram tênis», em alusão ao seu milionário patrocínio dos modelos Nike Jordan.
Em 2020, na popular série documental sobre sua vida transmitida pela Netflix, o astro declarou: “Nunca me vi como um ativista, me considero um jogador de basquete”. EFE



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